IFRS S1 e S2: de preparação à realidade operacional

Em 2026, os padrões IFRS S1 e IFRS S2 deixam de ser apenas um tema de preparação e passam a fazer parte da rotina operacional das empresas. O ESG entra definitivamente no mesmo nível de exigência das informações financeiras.

Esses padrões redefinem o reporte de sustentabilidade ao exigir dados consistentes, comparáveis e integrados à estratégia e à gestão de riscos.

O que os IFRS S1 e S2 exigem na prática

Os novos relatórios vão além da narrativa e estabelecem critérios claros:

  • Identificação de riscos e oportunidades ESG com impacto financeiro
  • Integração entre sustentabilidade, estratégia e governança
  • Indicadores confiáveis, com metodologia definida e rastreabilidade
  • Clareza sobre quem decide, monitora e responde pelas informações

O foco deixa de ser “o que a empresa faz” e passa a ser como isso impacta o negócio hoje e no futuro.

IFRS S1 e S2 não são relatórios isolados

Esses padrões exigem mudança estrutural, não apenas ajustes no relatório anual. Para atender às exigências, empresas precisam:

  • Consolidar dados ESG entre áreas
  • Estruturar governança clara para sustentabilidade
  • Conectar ESG à gestão de riscos e ao planejamento estratégico
  • Preparar-se para auditorias e escrutínio externo

Sem isso, o risco não é só regulatório, é perda de credibilidade.

Conclusão

Os IFRS S1 e S2 marcam o fim do ESG declaratório.
Em 2026, reportar sustentabilidade significa comprovar, medir e governar.

Empresas que tratam esses padrões como parte da operação ganham maturidade, confiança do mercado e vantagem competitiva.

Sua empresa já está operando no padrão IFRS S1 e S2?
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Larissa Mocelin Vaz

Founder & CEO, B.Right

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