IFRS S1 e S2: de preparação à realidade operacional

Em 2026, os padrões IFRS S1 e IFRS S2 deixam de ser apenas um tema de preparação e passam a fazer parte da rotina operacional das empresas. O ESG entra definitivamente no mesmo nível de exigência das informações financeiras. Esses padrões redefinem o reporte de sustentabilidade ao exigir dados consistentes, comparáveis e integrados à estratégia e à gestão de riscos. O que os IFRS S1 e S2 exigem na prática Os novos relatórios vão além da narrativa e estabelecem critérios claros: O foco deixa de ser “o que a empresa faz” e passa a ser como isso impacta o negócio hoje e no futuro. IFRS S1 e S2 não são relatórios isolados Esses padrões exigem mudança estrutural, não apenas ajustes no relatório anual. Para atender às exigências, empresas precisam: Sem isso, o risco não é só regulatório, é perda de credibilidade. Conclusão Os IFRS S1 e S2 marcam o fim do ESG declaratório.Em 2026, reportar sustentabilidade significa comprovar, medir e governar. Empresas que tratam esses padrões como parte da operação ganham maturidade, confiança do mercado e vantagem competitiva. Sua empresa já está operando no padrão IFRS S1 e S2?Fale com a B.Right. Larissa Mocelin Vaz Founder & CEO, B.Right

Treinamentos ESG nas empresas: por que capacitar pessoas é estratégico

O ESG deixou de ser um conceito teórico e passou a ser parte central da estratégia empresarial. Mas, na prática, muitas empresas enfrentam um desafio comum: falta de conhecimento estruturado sobre ESG dentro das equipes. É nesse contexto que os treinamentos ESG corporativos se tornam essenciais. Mais do que transmitir conceitos, eles ajudam a transformar cultura, alinhar pessoas à estratégia e preparar a organização para riscos, oportunidades e exigências regulatórias. Por que investir em treinamentos ESG? Empresas que capacitam seus times em ESG conseguem: Treinamento em ESG não é custo. É investimento em maturidade organizacional. O diferencial da B.Right A B.Right vai além do conteúdo genérico. Seus treinamentos ESG são: O objetivo não é apenas ensinar ESG, mas fazer com que ele funcione dentro da empresa. Conclusão Capacitar pessoas é um dos passos mais importantes para que o ESG deixe o discurso e se torne prática.Empresas que investem em treinamentos ESG constroem times mais preparados, decisões mais responsáveis e negócios mais sustentáveis no longo prazo. Quer estruturar treinamentos ESG alinhados à sua estratégia?Fale com a B.Right. Cecilia Romero Co Founder, B.Right

Cidades inteligentes: quando tecnologia, ESG e governança caminham juntas

As cidades inteligentes deixaram de ser um conceito futurista e se tornaram uma agenda estratégica global. Hoje, falar em smart cities é falar sobre gestão eficiente, sustentabilidade, governança e qualidade de vida, não apenas tecnologia. Mais do que digitalização, cidades inteligentes são aquelas que usam dados, inovação e planejamento para tomar decisões melhores e gerar impacto real para pessoas, empresas e territórios. O que define uma cidade inteligente hoje? Uma cidade inteligente integra tecnologia e ESG para resolver desafios urbanos de forma eficiente e sustentável. Na prática, isso significa: Smart cities não são as mais tecnológicas, mas as mais bem governadas. Tendências atuais em cidades inteligentes (2025–2026) No Brasil, diversas cidades já avançam com projetos de conectividade, mobilidade, segurança e digitalização, mostrando que smart cities são resultado de estratégia, não apenas de orçamento. Cidades inteligentes e ESG: agendas inseparáveis Não existe cidade inteligente sem ESG estruturado: Cidades inteligentes são, na prática, territórios que aplicam ESG de forma integrada. Conclusão Cidades inteligentes não são sobre tecnologia.São sobre estratégia, pessoas e sustentabilidade. O futuro urbano pertence às cidades que entendem que inovação só gera valor quando está conectada à governança, ao ESG e ao impacto positivo real. Como a R.Right atua Na B.Right, apoiamos organizações públicas e privadas a estruturar estratégias de sustentabilidade, ESG e governança que viabilizam cidades mais inteligentes, resilientes e preparadas para o futuro. Quer estruturar projetos inteligentes e sustentáveis?Fale com a gente. Flavia Sorrentini Project Manager, B.Right

Cidades inteligentes: quando tecnologia, ESG e governança caminham juntas

As cidades inteligentes deixaram de ser um conceito futurista e se tornaram uma agenda estratégica global. Hoje, falar em smart cities é falar sobre gestão eficiente, sustentabilidade, governança e qualidade de vida, não apenas tecnologia. Mais do que digitalização, cidades inteligentes são aquelas que usam dados, inovação e planejamento para tomar decisões melhores e gerar impacto real para pessoas, empresas e territórios. O que define uma cidade inteligente hoje? Uma cidade inteligente integra tecnologia e ESG para resolver desafios urbanos de forma eficiente e sustentável. Na prática, isso significa: Smart cities não são as mais tecnológicas, mas as mais bem governadas. Tendências atuais em cidades inteligentes (2025–2026) No Brasil, diversas cidades já avançam com projetos de conectividade, mobilidade, segurança e digitalização, mostrando que smart cities são resultado de estratégia, não apenas de orçamento. Cidades inteligentes e ESG: agendas inseparáveis Não existe cidade inteligente sem ESG estruturado: Cidades inteligentes são, na prática, territórios que aplicam ESG de forma integrada. Conclusão Cidades inteligentes não são sobre tecnologia.São sobre estratégia, pessoas e sustentabilidade. O futuro urbano pertence às cidades que entendem que inovação só gera valor quando está conectada à governança, ao ESG e ao impacto positivo real. Como a R.Right atua Na B.Right, apoiamos organizações públicas e privadas a estruturar estratégias de sustentabilidade, ESG e governança que viabilizam cidades mais inteligentes, resilientes e preparadas para o futuro. Quer estruturar projetos inteligentes e sustentáveis?Fale com a gente. Flavia Sorrentini Project Manager, B.Right

ESG não é um setor

Se há algo que líderes empresariais de verdade já perceberam é isto: ESG deixou de ser “uma iniciativa de marketing” e virou estratégia central. Não está mais separado em uma gaveta isolada da organização, ele atravessa a cultura, os produtos, as operações, a governança e a forma como a empresa se relaciona com o mundo. Por que isso importa? Empresas que colocam ESG no centro da sua visão estão colhendo resultados reais e duradouros: Atraem investidores mais qualificados Investidores institucionais e fundos ESG procuram negócios com riscos sociais e ambientais baixos e com trajetórias claras de governança, não apenas relatórios bonitos. ESG passou a ser critério de avaliação de valor, não de reputação. Retêm talentos e engajam pessoas Os profissionais hoje querem mais do que salário. Querem propósito, responsabilidade social e ambientes éticos. Uma estratégia ESG sólida melhora o clima organizacional, reduz turnover e torna a empresa mais atrativa para os melhores talentos. Melhor desempenho financeiro de longo prazo Negócios que gerenciam riscos ambientais e sociais eficazmente têm mais resiliência em tempos de crise, lidam melhor com regulações e, muitas vezes, apresentam performance superior a médio e longo prazo. Relevância e legitimidade no mercado Clientes, parceiros e comunidades analisam mais do que preço e qualidade de produto. Olham para impacto e consciência. ESG conectado à estratégia significa ser relevante para os stakeholders com propósito e ação. ESG não é um departamento, é uma maneira de operar É comum ver empresas tratando ESG como “projetos paralelos”. Mas isso cria dois problemas: Silos e iniciativas desconectadas Projetos isolados de sustentabilidade, diversidade ou governança não impactam de fato o modelo de negócio se não estiverem integrados. Riscos ocultos permanecem Sem um olhar estratégico, riscos ambientais, sociais e de governança podem passar despercebidos até se tornarem crises com alto custo financeiro e reputacional. A verdadeira diferença está em transformar ESG em lente de decisão, não em abas ou comitês silenciosos. O que significa ESG como espinha dorsal? ✔️ ESG influencia decisões estratégicas✔️ É parte do planejamento orçamentário✔️ Tem métricas claras de desempenho✔️ Está ligado à governança corporativa✔️ Tem compromisso com stakeholders, não apenas com acionistas Ou seja: não é um setor, é uma maneira integrada de fazer negócios. E se ESG ainda não está na sua estratégia? Se ESG ainda está fora da sua pauta estratégica, é provável que o problema não seja apenas reputacional, é estrutural. Transformar ESG em estratégia exige repensar processos, indicadores, cultura e governança. E não precisa fazer isso sozinho. Vamos fazer ESG funcionar para o seu negócio? Na B.Right, desenvolvemos estratégias ESG integradas ao seu modelo de negócio, conectando impacto, valor e resultados. Fale com a gente. Larissa Mocelin Vaz Founder & CEO, B.Right